Aplaudo a dor por ter me derrubado.
Agradeço a tristeza por me levantar.
Em fim não há motivos para chorar, não é o fim não ainda.
Devaneio.
Isso é por você.
Um mar de rosas seguem a consagração de um tumulo.
Um doce cheiro de incenso exala das velas.
Nem uma gota de lagrima é derramada.
O carnaval no lugar da marcha fúnebre.
A terra Arida já esta pronta com um poço íngreme.
O corpo ressequido de um banho intrépido.
A pupila dilatada.
Um ar de alegria segue um funeral espetacular mente interessante.
Em um discurso belo diz o consagrado do ritual fúnebre:
Deixa-nos um pouco de saudades, muito de felicidade e uma parcela de culpa.
Rega nossos corações com as virtudes infundadas, que há muito procurava em uma era passada.
Em fim trepido e insolúvel esta a procurar um abrigo em outro lugar.
Em fim destruo seus princípios para fundar o seu fim.
Na lápide vejo escrito, Aqui jaz Meu coração.
Relevo as besteiras. Paciente sei que sou.
Em algum lugar em algum dia terei o que busco.
Ainda estou aqui.
e ainda estarei
A verdade é que de muito imaginar a dor eu encontrei...
Olha nos meus olhos procure minha alma.
Encontre sua verdade e volte para sua casa.
Ainda estou aqui.
Detestas minhas verdades foges de minha dor.
Complexos são meus pensamentos e simples é o meu amor.
Relatos infundados dos meus sonhos a procurar, tristeza abatida, estão a enfatizar.
Ainda estou aqui.
De pé na lua, deitado na água, correndo no vento, morrendo na cascata.
Nas páginas de um livro me afundo em pensamentos.
Nas tristezas da vida me encontra em lamentos.
Na verdade de quem sou, eu procuro uma mentira.
Na direção da utopia encontrei uma armadilha.
Não sinto tenho,
Não tenho desejo,
Não desejo espero,
Não espero receio,
Não receio me desespero,
Não me desespero morro.